Miopia, astigmatismo, hipermetropia: conheça as diferenças

Tempo de leitura 3 min

Os problemas de visão não são iguais, mas todos eles podem causar desconforto e perda na qualidade de vida. Miopia, astigmatismo e hipermetropia têm características diferentes e, por isso, devem ser tratados de formas diversas.

Para tanto, é necessário se consultar com um oftalmologista, logo que uma alteração na nitidez e no foco das imagens visualizadas seja percebida. Mas você sabe qual a diferença entre eles?

Neste post, apresentaremos os principais sintomas, causas e tratamentos para o astigmatismo, a hipermetropia e a miopia. Continue a leitura e saiba quando é recomendado procurar um médico!

O que é a miopia?

Quem é míope tem dificuldade para ver objetos mais distantes. Isso acontece porque o globo ocular dessa pessoa é maior que o normal. Assim, com uma maior curvatura, a imagem se forma antes da retina, ficando turva e desfocada, quanto mais longe estiver do objeto.

Além da visão anormal, a miopia pode provocar dores de cabeça. Ela está associada, principalmente, a fatores genéticos. O tratamento pode ser feito com o uso de óculos e lentes de contato côncavos. Em alguns casos moderados é possível, ainda, fazer uma cirurgia corretiva.

Quais os sintomas da hipermetropia?

Ao contrário da miopia, o olho da pessoa com hipermetropia tende a ser menor que o normal. Por isso, a imagem se forma depois da retina, provocando a dificuldade para se ver de perto. Porém, também pode causar dores de cabeça e visão embaçada.

Algumas vezes, o esforço excessivo para enxergar pode gerar estrabismo em crianças pequenas. Por sinal, o problema é bem mais comum na infância, podendo desaparecer com o tempo. Se persistir na idade adulta, pode ser corrigida com óculos e lentes de contato convexos ou até uma cirurgia a laser.

Como identificar o astigmatismo?

Já o astigmatismo aparece quando a córnea — membrana transparente que reveste a parte anterior do olho — e o cristalino — estrutura gelatinosa que processa a luz — adquirem um formato irregular, apresentando uma curvatura anormal. Dessa forma, a luz não consegue convergir dentro do olho, dificultando a formação de imagens e prejudicando a visão tanto de longe quanto de perto.

Ainda não se sabe exatamente porque essas alterações na córnea e no cristalino acontecem, mas acredita-se que seja devido a fatores genéticos. O problema também pode ser piorado com o cansaço visual e a redução do número de piscadas pela exposição excessiva a luz, sobretudo com o envelhecimento. A solução pode ser o uso das chamadas lentes cilíndricas, que ajuda os raios a convergirem no mesmo ponto.

Assim, a principal diferença entre miopia, astigmatismo e hipermetropia está na formação da luz dentro do olho, exigindo abordagens diferentes. Isso não significa que uma pessoa não possa ter mais de um desses problemas. Nesses casos, pode ser necessário usar as chamadas lentes multifocais, que adaptam o foco da imagem formada na retina.

Portanto, é fundamental procurar um oftalmologista assim que for percebida uma dificuldade para enxergar. Tanto a miopia quanto o astigmatismo e a hipermetropia são facilmente corrigidos com os óculos ou as lentes de contato apropriados.

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